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Category Archives: Economia

Agronegócio garante novo recorde ao cais santista

Mais de 12 milhões de toneladas de mercadorias foram movimentadas no Porto de Santos no mês passado. A marca garante mais um recorde mensal histórico para o cais santista graças ao grande volume de exportações de granéis sólidos de origem vegetal. Somando as operações do complexo marítimo entre janeiro e julho, o total escoado atinge 73 milhões de toneladas.

Os dados fazem parte do levantamento mensal da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a estatal que administra o Porto de Santos. O estudo mostra que o bom desempenho do cais santista em julho se deve ao aumento das exportações, que somaram 8,8 milhões de toneladas. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a alta foi de 23,1%.

Os embarques de açúcar, complexo soja (que inclui farelos e grãos transportados a granel ou em contêineres) e milho somaram quase 6 milhões de toneladas em julho, o equivalente a 65% do total das mercadorias exportadas no mês.

O destaque do mês foi o milho, que aumentou em 99,6% o volume de embarque, somando 1,8 milhão de toneladas. Em volume, os embarques superam os da soja, que registraram a 1,5 milhão de toneladas. Neste caso, o crescimento das operações foi de 38,2%.

Em tonelagem o principal destaque foi o açúcar, com 2,3 milhões de toneladas embarcadas em julho, 10,8% a mais do que no mesmo período de 2016.

Já nas importações, a Docas apontou o crescimento de 65,8% de óleo diesel e gasóleo, com 358.126 toneladas descarregadas. Outro destaque foram as operações com enxofre, que chegaram a 202.806 toneladas, registrando alta de 12,6%.

Mas também há quedas, como no caso do sal, que reduziu em 72,4% seus desembarques e somou 30,6 mil toneladas apenas. As operações com amônia também caíram, desta vez 61,4%, registrando 19 mil toneladas desembarcadas.

“Os números apurados nesses sete primeiros meses expressam a excelente recuperação da atividade no Porto de Santos, apontando para mais um ano de movimento recorde, após a queda verificada ano passado”, destacou o diretor-presidente da Docas, José Alex de Oliva.

De fato, com o desempenho atingido até julho, a projeção para 2017 é de 123,5 milhões de toneladas, ganho de 8,5% em relação a 2016 e de 3% sobre o maior movimento anual, alcançado em 2015.

Ano

Até julho, o cais santista registrou um aumento da movimentação anual de 7,6% e atingiu 73 milhões de toneladas. A marca é impulsionada pelo crescimento de 5,1% nas exportações, que totalizaram 53 milhões de toneladas, e ainda pelo aumento de 14,5% das importações, que superaram as 20 milhões de toneladas nos sete primeiros meses do ano.

A movimentação de contêineres em TEU (unidade equivalente a um cofre de 20 pés) registrou   crescimento de 6,5% no mês, com 333.414 TEU e de 6,4% no ano, somando 2,1 milhões de TEU.

Fonte: Atribuna

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Viracopos fecha novembro com fluxo de exportações mais alto desde 2014

Quantidade de cargas importadas também é a maior registrada neste ano..

As operações no terminal de cargas do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), voltaram a crescer em novembro, segundo estatísticas da concessionária. Além do maior número de importações no ano, também houve fluxo mais intenso de exportações desde 2014.

Os dados mostram que no período avaliado a estrutura recebeu 10,8 mil toneladas de produtos importados, aumento de 28,4% sobre o total de 8,4 mil toneladas registradas em outubro. Parte da alta está ligada à aquisição de componentes pela indústria para celulares e computadores.

Já nas exportações, o terminal somou 6,4 mil toneladas, alta de 32,7% no comparativo com as 4,8 mil toneladas do mês anterior, e também a maior quantidade desde que os levantamentos começaram a ser divulgados pela Aeroportos Brasil Viracopos, em janeiro de 2014. Segundo a assessoria do terminal, entre as explicações estão a desvalorização cambial e o fato de ter atraído mais empresas nos últimos meses, desde a aquisição de duas câmaras frigoríficas

Saldo e produtos em destaque
Considerando-se o saldo acumulado em 11 meses, Viracopos já recebeu 93,6 mil toneladas de produtos importados, 19,3% a menos do que no mesmo

Entre os principais setores ligados aos produtos importados estão os de tecnologia, automotivo e metal/mecânico. Juntos, eles equivalem a 5,7 mil toneladas – 52,7% do total.

Já no fluxo de exportações, os segmentos automotivo e metal/mecânico se repetem, e há destaque também para calçados/bolsas: o saldo é de 1,8 mil toneladas, ou seja, 28,1%.

Incentivos
Em meio à crise que impactou as operações do terminal de cargas, a concessionária implementou, em outubro, um programa de incentivo às aéreas para a criação de novas rotas. A proposta prevê isenção de até 100% em custos de pousos e permite que elas testem novos mercados durante um período e, em contrapartida, resultem em alta na demanda pela estrutura.

As operações do terminal de cargas representam 65% das receitas totais em Viracopos. Atualmente, o aeroporto trabalha com 23 empresas áreas cargueiras que atendem 175 países de destino e 148 de origem. Diariamente, média de 13 cargueiros pousam no terminal.

O diretor comercial em Viracopos, Jorge Lobarinhas, prevê alta de importações e exportações em dezembro, no comparativo com o novembro. A assessoria da concessionária completou que, por enquanto, o aeroporto negocia com companhias aéreas a abertura de novas rotas.

Diferença de cálculos
Enquanto as exportações são cobradas com base no peso da carga, o uso do terminal para logística de produtos comprados fora do país implica em taxas diferenciadas.

A primeira, informou a assessoria da concessionária, é feita considerando-se a soma do valor agregado do item e tempo em que ele fica no terminal (cargas importadas e nacionalizadas em Viracopos); enquanto que a segunda cobrança, para cargas classificadas como DTA (declaração de trânsito aduaneiro), é feita com base no peso movimentado internamente.

Fonte: http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2016/12/viracopos-fecha-novembro-com-fluxo-de-exportacoes-mais-alto-desde-2014.html

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Os desafios das empresas frente a um Brasil em franca mudança político-econômica

Nunca foi tão verdadeiro o ditado que diz:

“A única certeza que se pode ter no mundo de hoje, é de que tudo muda o tempo todo!”.

E cada vez mais rápido!

É fato que a frase é bem mais inspiradora quando se trata da mobilização para mudanças organizacionais, estratégicas, que visem crescimento, prosperidade, e longevidade nos negócios. Frase muito utilizada para inspirar executivos e empreendedores a sair da acomodação ou estado de defesa e ajustar seus modelos de gestão para constantes mudanças nos cenários e contextos externos que exigiram mudanças derivadas na organização, portfólio de produtos, estratégias comerciais e manutenção da excelência operacional, elementos fundamentais para manutenção de competitividade e que vai além da mera sobrevivência.

O mundo se torna cada vez mais complexo e as velhas soluções binárias não resolvem mais. O velho “Ceteris paribus” dos modelos econômicos são hoje uma armadilha para qualquer análise. A velocidade das mudanças também crescente e as referências de mudanças no tempo não podem mais ser as mesmas.

Há algumas décadas se falava que uma geração de seres humanos mudava a cada 25 anos em média. Hoje sob efeito de tecnologias diversas, mas especialmente as de informação e processamento de dados, há estudos que indicam mudanças geracionais em intervalos de sete anos.

Marcos da Cunha Ribeiro

Mais uma  confirmação das mudanças em curso na vida e no mundo, no caso do Brasil, tem neste Maio de 2016, uma componente rara, mas que já se repete no país em menos de 25 anos, a saber: sérios problemas político-econômicos em evolução veloz e profunda desde o ano de 2013 que resultam até o momento no afastamento da presidente da Republica para julgamento do qual pode resultar em impedimento, perda de mandato e cassação de direitos políticos.

Estes momentos de mudanças que quase monopolizam as atenções das mídias e dos dirigentes de empresa, como consequência, em geral, cria alta volatilidade em valores sujeitos a mercados com algum grau de especulação. Certamente o mercado de cambio, de ouro, Bolsa de valores e mercados de futuro com base nestas variáveis e também a taxa de juros.

As volatilidades destas variáveis de mercado financeiro aumentam a ansiedade e trazem o foco para o curtíssimo prazo, e creio que a visão focada no curtíssimo prazo pode ser fatal para as empresas.

Muitas mudanças e cada vez mais velozes, em ambiente de muitas variáveis em constante movimentação e trocas de conexões de umas com as outras torna a economia onde a empresa esteja inserida muito complexa, e as transações e operações das empresas também complexas. No ambiente complexo as velhas soluções binárias e cartesianas não são mais suficientes.

Outra constatação derivada desta é que em geral ainda se pensa que a maior complexidade de um negócio é diretamente proporcional ao seu volume de faturamento. Ledo engano. A complexidade dos negócios cresce pouco com o volume. Cresce muito mais nos processos críticos e transações que o negócio em si exige para existir, e permanecer. Um empresa que fature 20 milhões de reais por ano pode ser tão complexa quanto uma empresa que fature 2 bilhões por ano.

As discussões sobre modelos de gestão modernos e adequados aos cenários e contextos mutantes e velozes indicam que na empresa precisamos pensar o estratégico todos os dias. A operação garante a sustentabilidade e o estratégico em total sintonia com a operação pensa diariamente projetos, ações, planos de visão além da carteira de pedidos ou pipeline de vendas. Visão nos movimentos de todos os envolvidos nos cenários e contextos com Foco no foco do Cliente.

Sustentabilidade da operação é que movimenta variáveis que afetam capital de giro e fluxo de caixa. Portanto a sustentabilidade depende de uma equipe que promova a maior eficiência possível nos custos variáveis, nas variáveis que afetam o caixa e nas variáveis que resultem em excelência operacional, portanto controle e adequação de custos fixos.

O grande desafio é ter na empresa as pessoas competentes para atuar em sintonia, sincronia de pensamento, entre operação e estratégico. Esta estrutura está acima da hierarquia usual, exige compromisso entre equipes multidisciplinares em termos permanentes, e não deve estar travestido de matricialidade, mas de um ambiente quase de rede, mas com liderança clara e objetiva.

Outro desafio importante é evitar a paralisia típica das posições defensivas tradicionais alimentadas pela escola convencional de corte de custos. Cortar custos é uma escola convencional porque se prende na superfície a frases feitas e ações de contingência. Cortar custos supérfluos, em frase também conhecida, é como cortar as unhas. Tem que ser sempre, periódico, independente da estética escolhida. Só não corta as unhas quem as rói por vício. Quem as rói por vício sabe a dor de afetar a carne e a redução da utilidade da ponta dos dedos. O mesmo ocorre quando o corte de custos é feito horizontal ou diagonal sem critérios de preservar a qualidade do produto e serviço e o atendimento ao cliente. No final destes eventos verificamos que a empresa perdeu a própria capacidade de sair para o mercado, para os clientes, e o ciclo vicioso está instalado. O Desafio, portanto é ter sempre os custos bem controlados e ajustados, se possível antecipadamente as crises que em geral avisam que vão chegar e ao contrário da maioria, fazer da crise a oportunidade de “go to Market” com estratégias de manutenção de competitividade e agressividade ajustada à posição defensiva dos concorrentes desavisados.

Quantas vezes nos últimos 5 anos sua empresa convidou clientes para um evento, uma conversa sobre conjuntura, futuro, clientes dos clientes e até estratégias e cooperação ? Parabéns se mais de uma, pois a maioria não fez nada.

A base de gradual recuperação do Brasil está dependente de duas áreas muito sensíveis, na economia: investimentos em infraestrutura e exportação. A primeira, com o tesouro sem dinheiro dependerá de concessões e algumas privatizações eventuais e isso levará meses até que ocorram. A segunda já é realidade, com o câmbio mais ajustado ao valor comparativo que o Real sustenta, no agronegócio tem sido a tabua de salvação da balança comercial há anos, e continuará a sê-lo. Os manufaturados competitivos devem crescer nas exportações. O ajuste cambial de 2015 trouxe de volta a competitividade para alguns manufaturados e produtos industriais que sofriam com a realidade de custo Brasil com um câmbio mantido baixo artificialmente. Mas isso não será suficiente. A Indústria brasileira está parada há anos na espera de subsídios e benesses do estado. Alguns segmentos já despertaram para isso e vão buscar recuperar o atraso em produtividade, para voltar a exportar. Aqui mora um perigo típico. Quem nos tempos de cambio defasado parou de exportar e deixou seus clientes e distribuidores a verem navios levarão pelo menos 2 a 3 anos para voltar ao mercado. Oxalá não repita novamente o erro. Quem manteve os clientes mesmo com sacrifícios de margens e até operações de “break even” já estão voltando a velejar a todo o pano.

A discussão sobre a competitividade da indústria, agricultura, e porque não, até serviços precisa deixar de ser superficial na economia e deixar de ser tema teórico e acadêmico.

Esperei duas semanas para digerir as novas possibilidades com o governo interino. Não quero iludir os leitores. Nada significativo irá acontecer nos primeiros seis meses. As reformas levarão tempo e vão agitar a sociedade. O déficit fiscal deve exigir mais de cinco ou seis anos de sacrifícios em gastos e venda de ativos além do, mal quisto, aumento de tributos e eventuais novos impostos. A inflação cai devagar e é preciso que o câmbio ao menos acompanhe a inflação real. O PIB indica melhoras em 2017 e até alguns bancos já falam em crescimento, pífio, mas crescimento. Os financiamentos de produção, agronegócios, programas de fomento como BNDES estão “sub judice” por falta de caixa. Ainda faltam capitalizações da Petrobrás, Eletrobrás e CEF, no mínimo, e para não quebrarem de uma vez.

O otimismo derivado das mudanças recentes na política deve subsistir se o governo interino fizer sua lição de casa e o impedimento for mantido.

Entretanto em todas, as mais de 20, crises que vivemos nos últimos 40 anos, a ação proativa é que distingue as empresas vencedoras e os executivos e empreendedores de sucesso.

O Brasil sempre foi um país de crédito limitado e caro. Poucos anos de exceção, geraram em parte a crise atual, pois os financiamentos em parte foram mal direcionados ou mal intencionadamente direcionados. Para as empresas que não vivem a possibilidade das benesses temporárias e vivem a economia real, cuidado com capital de giro e geração líquida de caixa, mas foco no cliente, na construção de valor nos negócios. Lucro não seja objetivo, mas resultado e consequência de uma gestão  para á frente !

Ditado antigo de minha avó dizia:

“quem quer faz e quem não quer manda!”

Isso ainda vale para os Executivos das empresas. Parafraseando para o momento atual: Quem quer faz e quem não quer espera o governo fazer alguma coisa!

Em contexto muito mais proativo lembro por final o grande Geraldo Vandré:

” Quem sabe faz a hora, não espera acontecer!”

Bons negócios para todos, e sempre!

 

Marcos da Cunha Ribeiro
Sócio Consultor de Carpsi –  Serviços de Psicologia, Saúde, e Gestão
Engenheiro Mecânico e Economista.
Executivo professor da Escola de Marketing Industrial
www.notaslivres.com
www.capsi.com.br
https://br.linkedin.com/in/marcos-da-cunha-ribeiro-768295

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Camex reduz Imposto de Importação de autopeças não produzidas no Brasil

Brasília (22 de abril) – Foi publicada hoje, no Diário Oficial da União, a Resolução Camex n° 35/2016, que altera a lista de autopeças não produzidas no Brasil e no Mercosul. As autopeças que integram a lista publicada hoje possuem alíquotas de Imposto de Importação originais de 20%, 18%, 16%, 14%, 10% e 8% e foram reduzidas para 2%. A medida tem o objetivo de dar mais competitividade ao setor automotivo.

A revisão da lista foi promovida a partir de propostas de entidades representativas do setor privado. Houve inclusão de 60 novos produtos, além de alteração na descrição de um ex-tarifário. As reduções concedidas contemplam especialmente autopeças relacionadas à eletrônica embarcada dos veículos, além de itens para a melhoria da eficiência energética e segurança veicular.

O regime de autopeças não produzidas é regulamentado pela Resolução Camex nº 61/2015 e está previsto no acordo automotivo Brasil-Argentina, estabelecido no 38º Protocolo Adicional ao Acordo de Complementação Econômica (ACE) nº 14.

Fonte: http://www.mdic.gov.br//sitio/interna/noticia.php?area=5&noticia=14458

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Com setor externo como alternativa à crise, crédito a exportações aumenta

     Na contramão de todas as outras modalidades de crédito não rotativo para empresas, as linhas de financiamento a exportações foram as únicas que registraram avanço em 2015, até outubro, à medida que o comércio exterior surgiu como opção ao desaquecimento do mercado doméstico.

No outro extremo, as linhas rotativas – cheque especial e cartão de crédito – também anotaram crescimento, indicando queda na atividade econômica e maior dificuldade das companhias em conseguir empréstimos para capital de giro.

Os Adiamentos sobre Contratos de Câmbio (ACC), crédito em que a companhia antecipa, em real, o valor total ou parcial a ser recebido em dólar pela exportação, registraram aumento de 22,5% nas novas operações (concessões), que somaram R$ 110,2 bilhões em 12 meses até outubro, de acordo com dados do Banco Central.

As demais linhas de financiamentos a exportação com recursos livres (em que os juros são definidos pela instituição financeira) anotaram alta de 17,2%, para R$ 36,4 bilhões no período, conforme noticiado pelo jornal DCI.

Fonte: Diário do Comércio e Indústria

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Fracassa greve de “caminhoneiros” contra Dilma em todo o país

bloqueios

A greve dos caminhoneiros autônomos iniciada na manhã desta segunda-feira (9) está tímida até o momento, apresentado bloqueios nos três estados do Sul, em Minas Gerais, São Paulo, Tocantins, e no Rio Grande do Norte.

Em um primeiro balanço seria bastante crível afirmar que o movimento fracassou em todo o país. Também não é demais dizer que a tentativa era de os donos de transportadoras emparedar o governo da presidenta Dilma Rousseff (PT).

No Paraná, foram registrados bloqueios em Apucarana (BR-376), Maringá (PR-317), Medianeira (BR-277), Paranavaí (BR-376), Nova Esperança (BR-376) e Clevelândia (PR-280).

O movimento organizado pelo Comando Nacional do Transporte, que se diz independente de sindicatos, pede a renúncia da presidenta Dilma, redução do preço do combustível, frete mínimo, remuneração nacional unificada e crédito subsidiado para renovação da frota.

Mas nos últimos dias, uma série de denúncias de que os caminhoneiros seriam forçados a participar dos bloqueios, alguns inclusive mantidos em cárcere prevido sob ameaças, lançaram dúvidas sob a legitimidade da paralisação.

Um comunicado da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), entidade que tem a prerrogativa legal de representar esses trabalhadores, também denuncia a condução dos protestos.

Segundo a CNTA, o movimento deflagrado hoje tem por objetivo “promover o caos no país e pressionar o Governo em prol de interesses políticos ou particulares, que nada têm a ver com os problemas da categoria”.

Ainda segundo a confederação, o governo federal vem negociando as reivindicações da categoria, e mesmo sem atender a todas, já proporcionou grandes avanços. Portanto, o bloqueio unilateral das estradas não se justifica.

Fonte: http://www.esmaelmorais.com.br/

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